Que nível de confiança você tem em sua equipe?


sexta-feira, 27 de abril de 2018

Que nível de confiança você tem em sua equipe?

A interessante pergunta é reflexiva e reveladora. Podemos usar as máximas populares da gestão onde “a equipe é reflexo do seu líder” e também “sua empresa tem a equipe que merece”. Se você, nobre empresário, não concorda com tais máximas, está certo. Porém, também é correto afirmar que são verdadeiras.

Trabalhando há mais nove anos com empresários de várias partes do Brasil e Paraguai, percebo que empresas são alavancadas por meio das pessoas. Os processos devem ser muito bem elaborados, a ponto de serem independentes de quem os executa. Os sistemas devem ser customizados conforme a realidade de cada negócio. Mas, se as pessoas que fazem parte desse jogo não funcionarem, a engrenagem trava.

Vou propor questionamentos para reflexão quanto a sua equipe:
“Se demitisse todos, quem você recontrataria e por quê?”

“Se pudesse demitir até três colaboradores, quem seria e por qual motivo?”

“Qual a quantidade de horas de treinamento/capacitação e valor investido em sua equipe nos últimos 12 meses? Quanto isso representa sobre seu faturamento? Entende como sendo suficiente?”

“Qual seria o próximo pequeno passo para que seu cenário do tema equipe suba um nível? Já elaborou uma ação específica?”

“Se você fosse seu próprio chefe, se contrataria por sua performance, inteligência e esforço?”

“Seus colaboradores são os mais baratos, estão no padrão do mercado ou você paga bem para ter os melhores?”

Agora sim é momento de repetir a pergunta: Qual o nível de confiança que você tem com sua equipe? Se esta é alta e valiosa, crie ações para valorizar seus funcionários. Se sua confiança com eles é média para baixo, tome 30 minutos de reflexão sobre você, seu comportamento, seus hábitos, suas crenças limitantes e sobre o que, realmente, deseja para o futuro da sua empresa.

O momento é de reflexão e ação. “Enquanto uns choram, outros vendem lenços”. Enquanto vários concorrentes e empresários estão reclamando e puxando a energia da empresa para baixo, é sua hora de sair na frente. Quando o cenário virar, esses players de mercado estarão ainda se recompondo e você poderá estar passos largos à frente deles.
É hora de entrar em ação.

 

Fonte: Diário do Comércio